Tanto Santos, o português melhor classificado no “ranking” do Challenge Tour (87º), como Sobrinho, que conta com nove títulos no seu currículo, efectuaram a primeira volta aos 18 buracos do Oceânico Pinhal, em Vilamoura, com 68 pancadas, quatro abaixo do PAR. Os dois golfistas dividem assim a liderança da prova, à frente de um grupo de quatro que ocupa o terceiro posto, com 71 pancadas, uma abaixo do PAR, formado por António Rosado, Hugo Santos, João Pedro Carvalhosa e o amador Frederico Figueiredo.
António Sobrinho descontente com exibição “Este é um torneio importante, o maior a nível nacional, e o objectivo é ganhar. O facto de nunca ter sido campeão nacional amador dá-me ainda mais motivação para sê-lo agora”, afirmou Santos, após uma ronda que disse ter estado “excelente” nos primeiros nove buracos e ter tido alguma “falta de concentração” no final. Sobrinho afirmou, por seu turno, que as coisas não correram da melhor forma, depois de acabar os cinco primeiros buracos com menos uma pancada, tendo ficado com “a sensação de que poderia ter feito um melhor resultado”. António Sobrinho, apesar de ter nascido em Angola, já mora no Algarve desde novo, quando veio viver para Quarteira, e é um dos grandes nomes da modalidade na região algarvia. O campeão nacional Nuno Campino começou da pior forma a defesa do título, ao não ir além de uma volta com 76 pancadas, quatro acima do PAR, prestação que o deixa entre os 17ºs classificados, numa prova que conta com 56 inscritos no sector masculino. Em femininos, a britânica Kirsty Fisher foi a mais forte do primeiro dia, com um total de 76 pancadas, quatro acima do PAR e menos sete que Mónica Bernardo, a sua única rival, que já tem o título assegurado por ser a única participante portuguesa e realizou um percurso com 83 pancadas, 11 acima do PAR. O campeonato nacional começou hoje e prolonga-se até sexta-feira, no circuito do Oceânico Pinhal, em Vilamoura, um PAR 72, de 6383 metros, oferecendo 30 mil euros em prémios monetários. fonte: Observatório do Algarve |