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A presidente da Comissão de Organização do PAX Rali em
todo-o-terreno, Joana Lemos, garantiu ontem estar tudo a postos para o
início da prova, quarta-feira, e disse esperar muita competição entre
os equipas participantes. Depois de a organização, a cargo da João
Lagos Sports, ter garantido a presença das principais equipas oficiais,
quer em automóveis quer em motos, Joana Lemos diz estar “motivada” e
“consciente da responsabilidade que é organizar um rali desta
dimensão”, mas assegurou que está “confiante” para a prova do Dacar
Series, que termina domingo em Portimão.
Depois de organizar duas partidas do Lisboa-Dacar (2006 e 2007) e de
ter preparado a de 2008 (anulada), a presidente da Comissão
Organizadora considerou que a principal dificuldade que encontrou
prendeu-se com a data da prova, que teve de ser acertada com a
Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK). “Desde logo a
maior dificuldade foi o arranque e o encontrar a data que fosse
possível por parte da FPAK, pois já estava feito o calendário deste
ano.
Tivemos que nos adaptar a uma data que não prejudicasse as provas
existentes e, por fim, às contingências normais de uma prova que é
anunciada no final de Maio... foi muito intenso o trabalho desenvolvido
ate aqui por todos nós”, explicou. Joana Lemos disse que “os troços são
espectaculares” e um dos principais trunfos do rali, que conta também
com um “forte impacto mediático” e uma grande “competitividade, pois
estão garantidos os melhores pilotos da actualidade, quer em motos quer
em carros”. “Vai ser uma prova muito diversificada, alternando entre o
rápido e o sinuoso, mas sobretudo os concorrentes terão de superar a
dureza do piso. Há que poupar as máquinas para que cheguem ao fim”,
advertiu.
Joana Lemos considerou ser “um privilégio e um enorme voto de
confiança” para a organização a presença das marcas oficiais como a
Mitsubishi, a Volkswagen ou a BMW, nos automóveis, e a KTM e a Honda
Europa, nas motos. “Há que criar as condições para que as equipas se
sintam motivadas a vir e foi o que fizemos”, disse a presidente da
Comissão de Organização, que espera “muita competitividade” ao longo
das cinco etapas e das seis “especiais” do rali. A finalizar, Joana
Lemos expressou um desejo: “gostaria que o rali se resolvesse apenas na
última especial”.
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