|
O Rally de Portugal terá um impacto económico estimado em 27,6 milhões de euros, segundo um estudo prévio elaborado pela Universidade do Algarve (UALG). O estudo foi baseado na repercussão da prova na economia e na imagem do Algarve e Baixo Alentejo, espaços privilegiados da vertente desportiva do rali.
Para calcular o valor económico global do evento foram contabilizadas as receitas derivadas da hotelaria e a exposição mediática das duas regiões. Só a transmissão televisiva do rali, que terá uma audiência média aproximada de mais de 50 milhões de telespectadores, será responsável por um retorno de 17 milhões de euros. Segundo o estudo, cujos resultados foram hoje apresentados em conferência de imprensa na Região de Turismo do Algarve (RTA), o Rally de Portugal deverá contribuir também para um aumento do número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros durante os dias da prova – entre 29 de Março e 1 de Abril. O acréscimo da taxa de ocupação no alojamento classificado algarvio será de 3,2 pontos percentuais em Março, de acordo com as previsões do estudo, fixando-se em 46 por cento. “O rali, este ano com uma envolvente maior, vai contribuir para divulgar a imagem do Algarve no mundo e aumentará a ocupação hoteleira da região na semana que antecede a Páscoa”, disse o presidente da RTA, Helder Martins, acrescentando que a prova será promovido pela Associação Turismo do Algarve (ATA) na FITUR, uma das maiores feiras de turismo do mundo, que hoje começa em Madrid. Segundo soube o Observatório do Algarve, está também a ser montada uma campanha publicitária que deverá incidir na televisão oficial da prova, a Eurosport, à semelhança do que aconteceu com o Lisboa-Dakar. Além da vertente desportiva da prova, na qual as 90 equipas admitidas irão disputar 1008,7 quilómetros, haverá um parque de diversões montado em torno do Estádio Algarve e um mini-salão automóvel, onde os visitantes poderão experimentar as viaturas das 27 marcas representadas. fonte: observatório do algarve |