UAlg assegura qualidade de curso de Medicina |
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A Ordem considerou que existe o risco de aparecerem clínicos «com nível
de conhecimento e qualidade de formação inferior ao desejável» por
causa das condições de acesso ao curso de medicina da UAlg. A Ordem considera que os critérios de selecção, a preparação de base
exigida aos candidatos, a importação de um método de ensino de outros
países e as dificuldades de selecção do corpo docente são indicadores
«profundamente preocupantes».
A Reitoria da Universidade do Algarve afirma estranhar que a Ordem dos
Médicos, desconhecendo o processo de contratação do curso, se pronuncie
de forma «tão ligeira» sobre as dificuldades de selecção do corpo
docente.
Os candidatos ao curso devem ser possuidores de, pelo menos, um diploma de licenciatura ou equivalente legal e a classificação mínima é de 14 valores. Em relação à importação de métodos de ensino baseados no modelo canadiano, que se estenderam depois aos EUA e a países da Europa do Norte, a Reitoria sublinha que esses aspectos foram «valorizados» pela Comissão Científica Internacional que avaliou a proposta da UAlg. «A Universidade do Algarve sublinha que este curso resultou de um trabalho longo e aturado, objecto de duas avaliações internacionais, com base nas quais incorporou as sugestões que os membros da Comissão Científica Internacional apresentaram», conclui o comunicado. |
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