Duas novas fábricas em Olhão vão criar mais de 100 postos de trabalho |
A Freitasmar e a Companhia de Pescarias do Algarve vão explorar em Olhão duas unidades fabris vocacionadas para o tratamento de pescado. Os contratos de concessão têm a duração de 25 anos e as empresas vão operar no porto de pesca daquela cidade No total, segundo refere a Câmara de Olhão em comunicado, “serão criados mais de uma centena de postos de trabalho”. Uma das unidades vai substituir a fábrica de conservas de peixe J. A. Pacheco, já existente.A nova empresa proprietárias, a Freitasmar, vai explorar uma unidade industrial de conservas de peixe, destinada unicamente à actividade conserveira de processamento de pescado, nomeadamente o tratamento e enlatamento mecânico de peixes como o atum, a cavala e a sardinha. A Freitasmar instala-se numa área de construção de mais de 4.000 metros quadrados e, segundo a mesma fonte, “criará 15 novos postos de trabalho, para além dos já existentes”. O investimento ronda os 2,5 milhões de euros. A outra unidade fabril, totalmente construída de raiz, propriedade da Companhia de Pescarias de Algarve, vai dedicar-se ao processamento do pescado, nomeadamente manuseamento e embalamento de peixe e bivalves, filetagem do pescado, congelação e conservação pelo frio, comercialização e expedição. Com uma área de construção de 1.050 metros quadrados e um investimento inicial de 1,1 milhões de euros, de acordo com a autarquia, “a Companhia de Pescarias do Algarve prevê fazer, no total, um investimento de 12 milhões de euros. A empresa estima começar com 20 postos de trabalho, na fase inicial, e posteriormente chegar aos 90 funcionários”. Os contratos de concessão para a implementação das unidades fabris foram assinados a semana passada entre o presidente do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, Miguel Sequeira, e os representantes das empresas Freitasmar – Produtos Alimentares, Lda. e Companhia de Pescarias do Algarve S.A. fonte: http://www.oalgarve.pt |
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