 No âmbito da sétima edição do Festival MED, vai estar patente de 23 a 26 de Junho uma instalação de rua no recinto, à semelhança do que tem acontecido em anos anteriores. A grande novidade é que não vão ser pinturas em tela mas sim em portas. Cada um dos vinte artistas participantes recebeu metade de uma porta dupla e o nome de um país. Nenhum artista sabia o que qualquer um dos outros estava a fazer, o que se tornou num desafio apelativo. Cada país, ou seja, cada metade da porta, reflecte uma interpretação muito própria e o cunho pessoal de cada pintor.
O nome da exposição é “Combi-nações”, fazendo jus àquele que será o resultado final quando as duas metades da porta se unirem e ficarem expostas: uma combinação de países e nações, espelhando a filosofia do MED.
Em 2010, o Festival MED integrará a “Rua do Mundo” (Rua Martim Farto, junto ao Largo da Matriz), onde se vão juntar pessoas de diferentes partes do globo, assim como músicos que tocarão variados tipos de música.
Integram esta exposição os artistas Jessica Dunn (com uma porta inspirada na Turquia), Adérita (Grécia), Brigitte von Humboldt (Egipto), Charlie Holt (Marrocos), Cláudia Brito (Espanha), Gustavo de Jesus (Cuba), Mariana Madeira (México), João Espada (Portugal), João Viegas (Brasil), Joel Mestre (França), André Mesquita (Rússia), Milita (Cabo Verde), Teresa Paulino (Israel), Raul Morgado (Jamaica), Vitanga (Estados Unidos), Paula Tojal (Itália), Peter de Jong (Argentina), Bernadette Martins (Finlândia), Carlos Vila (Austrália) e Alexandre Sequeira (África). fonte: http://www.regiaosul.pt |